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A Síndrome de Burnout, condição caracterizada pelo esgotamento físico e mental extremo, devido ao estresse crônico no trabalho, atinge 30% dos trabalhadores do Brasil. Somente em 2024, o país registrou um aumento alarmante no número de afastamentos devido a transtornos mentais relacionados ao trabalho, totalizando 472.328 licenças médicas, maior número dos últimos 10 anos. Este aumento de 68% em comparação ao ano anterior revela a gravidade da crise e o impacto direto dessa condição na vida dos trabalhadores e no desempenho das empresas. “Os principais sintomas incluem cansaço excessivo, irritabilidade, desmotivação. Algumas pessoas têm sintomas físicos como dores de cabeça, insônia e dores de estômago. Muitos só percebem que estão nesse estado de exaustão por conta dos sintomas físicos, pois os sintomas mentais psicológicos acabam sendo ignorados”, explica Giselle Silva, psicóloga do Grupo Med+.
No país 43% dos trabalhadores se sentem desamparados para falar sobre saúde mental com os seus gestores, tremendo falta de empatia e julgamento. Além disso, mais de 75% das empresas não destinam recursos para o cuidado com a saúde mental dos colaboradores. "Os números crescentes mostram que precisamos ampliar o debate sobre saúde mental no ambiente de trabalho, algo que infelizmente ainda não vemos em todos os lugares", afirma a psicóloga.
No início deste ano, o Brasil adotou a nova Classificação Internacional Doenças (CID-11) e incluiu a síndrome de burnout na lista de doenças ocupacionais, reconhecendo a condição como uma grande ameaça à saúde pública. Isso reforça a necessidade urgente de um olhar atento para as condições de trabalho, que podem desencadear esse tipo de transtorno. "Se as empresas não adotarem modelos de trabalho com mais flexibilidade e pensando na saúde mental dos colaboradores, veremos cada vez mais ambientes de trabalho adoecidos”, pontua a psicóloga do Grupo Med+.
Nesse sentido, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) atualizou a NR-1, estabelecendo que todas as empresas do país deverão implementar medidas para promover a saúde mental dos trabalhadores. Entre as exigências estão a identificação e gestão de riscos psicossociais, como sobrecarga de trabalho, jornadas prolongadas, assédio e pressão por metas. As empresas também deverão realizar análises ergonômicas do trabalho e desenvolver planos de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais para mitigar esses fatores. "Investir em programas de bem-estar, oferecer suporte psicológico, considerar a ergonomia e implementar ajustes no ambiente são estratégias essenciais para promover um local de trabalho mais saudável e produtivo", explica Giselle. Para a psicóloga, pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença na qualidade de vida do trabalhador. Respeito e empatia são fundamentais nesse processo. “As empresas precisam enxergar o bem-estar dos colaboradores como um investimento estratégico, pois ao cuidar da saúde e do ambiente de trabalho, a produtividade aumenta e, consequentemente, os resultados e lucros também", complementa.
Sobre o Grupo Med+
É a maior empresa de emergências aeroportuárias da América Latina, com faturamento superior a R$ 1,8 bilhão. Possui mais de 5 mil colaboradores em todo o Brasil que atendem mais de 56 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, que trabalham ou transitam nos seguintes segmentos: aeroportos, estradas e grandes empresas.
Em 2024 a companhia apresentou um crescimento de 150% em relação ao ano anterior, se consolidando como uma empresa benchmark do segmento. Atualmente, a companhia está entre as 4 melhores empresas para se trabalhar na área da saúde de acordo com o Great Place to Work (GPTW) no Brasil. Agora, o Grupo Med+ entrou no mercado de educação e atuará junto a 5,3 mil escolas e 3,5 milhões de alunos do Estado de São Paulo, com assistência psicológica.
O Grupo Med+ possui dentro da sua cultura, o capitalismo consciente que, na prática, usa a força das empresas, para servir ao desenvolvimento da humanidade, com o propósito de construir um mundo mais justo e pessoas em local de trabalho mais felizes, porém, sem perder de vista o lucro para os acionistas. Além disso, o Grupo Med+ acredita que as mulheres são grandes gestoras de pessoas. Atualmente, 90% dos cargos de liderança da companhia são ocupados por mulheres.