
A maioria das pessoas jamais saberá quem assinou um ato administrativo, aprovou uma política pública ou tomou uma determinada decisão.
Mas viverá diariamente os efeitos dessas escolhas.
É por isso que decidir no setor público exige mais do que autoridade: exige consciência, prudência e responsabilidade.
O que permanece não é o nome de quem decidiu, mas o impacto que sua decisão deixou na vida da sociedade.
Toda decisão pública deveria ser guiada pelo interesse coletivo.
Que possamos incluir como meta pessoal nossa participação em audiências públicas, conselhos, entidades de classe ou representativas, entidades sociais, associações de bairros e, até mesmo, da diretoria de um condomínio residencial, por exemplo.
A sociedade civil organizada tem voz e voto!
Que sejamos mais protagonistas e menos expectadores daquilo que pode impactar nosso território.