
A Arteris Régis Bittencourt divulgou uma nota de esclarecimento após a repercussão de uma denúncia publicada pela ONG APED sobre a morte de um cavalo em Registro, no Vale do Ribeira.
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após a ONG acusar funcionários da concessionária de matarem um animal encontrado às margens da Rodovia Régis Bittencourt.
Em nota oficial, a Arteris informou que a ocorrência aconteceu no dia 3 de janeiro de 2025, na BR-116, em Registro, e que o cavalo havia sido vítima de atropelamento.
Segundo a concessionária, o motorista envolvido fugiu do local sem prestar socorro ao animal.
Ainda conforme a empresa, equipes de atendimento foram acionadas imediatamente e um veterinário especializado realizou avaliação clínica no local.
De acordo com a nota, o cavalo apresentava fratura completa em um dos membros, além de escoriações graves na região craniana e em outras partes do corpo.
A concessionária afirma que, após análise técnica, o veterinário classificou o quadro como grave, irreversível e incompatível com recuperação, recomendando a realização de eutanásia humanitária.
Segundo a Arteris, o procedimento foi realizado seguindo protocolos técnicos e éticos da medicina veterinária.
A empresa também negou informações divulgadas nas redes sociais de que a decisão teria ocorrido por questões financeiras.
Na nota, a concessionária destacou ainda que mantém programas voltados ao resgate de animais, preservação ambiental e treinamento de equipes para ocorrências envolvendo fauna nas rodovias.
A repercussão do caso mobilizou usuários nas redes sociais e representantes ligados à causa animal.