Geral São Paulo
Operação Chave Mestra da Polícia de SP prende sete suspeitos de integrar quadrilha especializada em furtos a residências
Polícia Civil cumpre 27 mandados de busca e apreensão na capital e região metropolitana; investigação aponta que empresa de compra e venda de ouro ...
08/10/2026 08h24
Por: Redação Fonte: Secom SP

A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (8) sete suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em furtos a residências no estado de São Paulo. A Operação Chave Mestra é resultado de uma investigação do 42º Distrito Policial, no Parque São Lucas, na zona leste da capital, que identificou 11 integrantes do grupo criminoso. Ao todo, foram expedidos mandados de prisão e 27 de busca e apreensão.

Durante a operação, os policiais apreenderam celulares, documentos, joias e outros objetos que podem ter sido levados das residências das vítimas.

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Segundo o delegado titular do 42º DP, Alexandre Bento, a quadrilha estudava os imóveis antes de agir, selecionava as residências e planejava a entrada nos locais para furtar objetos de valor. Os integrantes se dividiam em grupos, que atuavam de forma coordenada.

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“Identificamos 11 participantes. Nem sempre todos atuavam em uma mesma ocorrência. Eles se dividiam, mas certamente conversavam entre si para organizar a dinâmica do crime”, explicou o delegado.

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Até o momento, os investigadores identificaram a participação da quadrilha em pelo menos sete furtos: cinco na capital paulista, um em Americana e outro em Jundiaí.

As prisões ocorreram na zona leste da capital, onde também foi cumprida a maior parte dos mandados de busca e apreensão. Outros dois endereços foram alvo da operação em municípios da Grande São Paulo.

Um dos focos da investigação é uma empresa de compra e venda de ouro, suspeita de receber os objetos furtados e financiar as ações criminosas. A Polícia Civil apura a participação do estabelecimento no esquema.

Os presos foram encaminhados ao 42º Distrito Policial e permanecem à disposição da Justiça. Os demais investigados com mandados de prisão em aberto são considerados foragidos. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e verificar a participação do grupo em novos crimes.