Polícia POLÍCIA
PASTOR É PRESO SUSPEITO DE ESTUPRAR SOGRA DE 91 ANOS EM REGISTRO
Polícia Civil afirma que suspeito desligou a internet da residência para interromper o monitoramento; imagens armazenadas na câmera auxiliaram na investigação
29/06/2026 16h53 Atualizada há 4 dias
Por: Redação

Um pastor de 64 anos foi preso em flagrante suspeito de estuprar a própria sogra, uma idosa de 91 anos, no bairro Vila Romão, em Registro.

Segundo a Polícia Civil do Estado de São Paulo, o investigado teria desligado a internet da residência para interromper o sistema de monitoramento instalado no quarto da vítima. No entanto, a câmera continuou gravando as imagens em seu armazenamento interno, que posteriormente serviram como prova para a investigação.

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De acordo com a polícia, a filha da vítima, esposa do suspeito, havia saído de casa acompanhada do filho. Cerca de 30 minutos depois, uma familiar responsável pelos cuidados da idosa percebeu que o sistema de monitoramento estava fora do ar.

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Após o retorno da família, a internet voltou a funcionar. Ao verificarem as imagens gravadas na memória da câmera, os familiares identificaram uma movimentação considerada suspeita e procuraram a Polícia Civil.

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Segundo a apuração, a vítima é acamada e, em razão da idade e da condição física, era incapaz de oferecer resistência.

PRISÃO E INVESTIGAÇÃO

O suspeito foi preso em flagrante e permaneceu à disposição da Justiça.

Durante o interrogatório, ele exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio, informando que se manifestaria apenas perante o juiz.

O caso foi registrado como estupro de vulnerável e segue sob investigação. A Polícia Civil continuará analisando as imagens e ouvindo testemunhas para esclarecer completamente os fatos.

NOTAS OFICIAIS

Em nota, a Assembleia de Deus informou que não tinha conhecimento prévio dos fatos, repudiou qualquer conduta que viole a dignidade humana e afirmou que a responsabilidade pelos atos é exclusivamente pessoal, colocando-se à disposição das autoridades.

Também por meio de nota, a Prefeitura de Registro confirmou que o investigado é servidor público municipal e informou que ele não compareceu ao trabalho por dois dias. Segundo a administração, familiares comunicaram a prisão à chefia imediata. O município declarou ainda que repudia toda e qualquer forma de violência.