Pariquera-Açu POLÍCIA
ADVOGADO SE ENTREGA APÓS MANDADO POR EXPLORAÇÃO SEXUAL
Leonardo Augusto Barduco, de 27 anos, é investigado por adquirir conteúdos de exploração sexual de uma menina de seis anos, em Iguape (SP). O pai da criança, de 33 anos, produzia e vendia os conteúdos. Ele também foi preso.
17/03/2026 17h09 Atualizada há 2 meses
Por: Redação Fonte: G1

O advogado Leonardo Augusto Barduco, de 27 anos, foi preso por suspeita de comprar conteúdos sexuais de uma menina de seis anos, em Pariquera-Açu, no interior de São Paulo. Conforme apurado pelo g1, ele se entregou à corporação e admitiu que queria manter relações sexuais com a criança. O pai da vítima havia sido detido suspeito de produzir e vender as imagens.

Barduco se entregou na noite do último domingo (15), após saber que havia um mandado de prisão temporária em aberto contra ele. A Polícia Militar tentou prendê-lo na casa onde mora em Iguape (SP), um dia antes, mas ele fugiu ao notar a entrada dos agentes.

Continua após a publicidade

Conforme registrado no boletim de ocorrência, Barduco se apresentou após saber sobre a prisão do pai da menina, na sexta-feira (13). No celular do preso, os agentes do 1° DP de Iguape constataram que ele vendia fotos e vídeos da criança para o advogado por meio de um aplicativo de mensagens.

Continua após a publicidade

Nas conversas, Barduco revelou ao pai da menina - que não terá a identidade divulgada para preservar a criança - que sentia “vontade demais dela". Ainda de acordo com o boletim, o advogado deixou explícito que desejava "manter relação sexual com a criança”.

Continua após a publicidade

O caso foi registrado como exploração sexual de vulnerável, produção e compartilhamento de material envolvendo crianças e favorecimento da prostituição. A corporação não divulgou detalhes sobre a guarda da criança após a prisão. O 1º DP de Iguape continua com a investigação.

Pai preso

Agentes do 1° DP de Iguape apreenderam o celular do pai da vítima durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na casa dele, no bairro Rocio.

"Os investigadores identificaram conversas que indicavam a possível produção e circulação de imagens envolvendo a criança, bem como menções à intenção de obtenção de vantagem financeira mediante exploração do material", afirmou a Polícia Civil