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Esporotricose Felina

A esporotricose é uma doença causada pelo fungo Sporothrix schenckii

11/12/2023 às 09h25 Atualizada em 12/12/2023 às 14h41
Por: Redação
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Esporotricose Felina

A esporotricose é uma doença causada pelo fungo Sporothrix schenckii. Este fungo geralmente é encontrado no solo crescendo em diversos substratos, como plantas, cascas de árvores, vegetais, material em decomposição e preferencialmente em ambientes quentes e úmidos. Sua distribuição é mundial, ocorrendo principalmente em áreas tropicais e subtropicais. Acometem vários animais domésticos, principalmente felinos, que são as fontes mais notáveis de transmissão da esporotricose para os seres humanos. A infecção é considerada uma zoonose grave, provocando graves lesões de pele.


A  principal fonte de infecção para o homem e para outros animais, é o gato doméstico. A contaminação do homem ocorre principalmente através do contato direto com as lesões, arranhadura e mordedura do animal doente. Na maioria das vezes surge uma lesão avermelhada no local do ferimento causado pelo gato, que pode aumentar de tamanho, ulcerar e poderá vir acompanhada de outras lesões. Não ocorrendo transmissão entre humanos.
A principal forma de contaminação do gato doméstico é através de brigas e traumas com outros gatos contaminados, além disso, o animal também poderá ser infectado através do ambiente contaminado. No animal a doença também apresenta nódulos e úlceras, na forma de lesão única ou múltiplas lesões ulceradas, principalmente na região da cabeça, cauda e patas podendo progredir para o restante do corpo. Cães raramente adoecem, mas pode acontecer pelo contato com gato doente, entretanto dificilmente transmitirá a doença ao homem e a outros animais.
Como forma de prevenção, deve-se evitar que o seu gato tenha contato com outros animais contaminados, evitando assim a transmissão da doença. A castração dos gatos saudáveis reduz as saídas à rua e possíveis brigas, diminuindo assim as chances de se contaminar.


Os gatos que estiverem em tratamento devem ser isolados em local seguro, e os tutores devem usar equipamentos de proteção individual (EPI) como luvas e óculos ao manipular gatos doentes, lembrando que durante o tratamento eles podem transmitir a doença, tanto para outros gatos, como também para seus tutores.
    Lembrando aos tutores, que  ao observar lesões em seus gatos, principalmente quando tem dificuldade de cicatrização, devem procurar o Médico Veterinário o mais rápido possível. E no caso de observar lesões em gatos de rua, deve-se informar a Vigilância em Saúde do seu município.


    Não deixe seu gato sair, não importa o que ele diga.

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Diego Henrique R. de Freitas Neves
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Sobre Médico Veterinário CRMV 47815/SP Graduado na USTJ Pós Graduado em Clínica Médica de Pequenos Animais.
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